Quem somos

Nascemos num parque de estacionamento, às 4h17

Dois motoristas, uma hora de espera e uma viagem de 4,20 € que nunca chegou. Foi ali, entre um café frio e uma discussão sobre comissões, que percebemos: isto tinha de ser organizado. Mal, se calhar — mas organizado.

A nossa história

No início éramos três. Depois passámos a dois, porque um arranjou trabalho num armazém e nunca mais atendeu o telefone. Hoje somos muitos — não sabemos exatamente quantos, porque a folha de Excel corrompeu-se em 2023 e ninguém fez cópia.

O que nos une não é um número. É a certeza partilhada de que, ao fim de doze horas ao volante, alguma coisa não bate certo nas contas — e a suspeita crescente de que ninguém vai explicar o quê.

A nossa missão

Dar voz a quem conduz. Depois, dar eco a essa voz. E depois, se sobrar tempo, dar seguimento.

Os nossos valores

Transparência

Publicamos tudo: as fotografias, os vídeos, os bastidores das fotografias. As contas ainda não, mas está em cima da mesa.

Unidade

Só existe uma associação verdadeiramente representativa do setor, e somos nós. As outras sete também dizem isso, o que prova o quanto o setor está unido.

Persistência

Enviámos o mesmo email ao IMT dezassete vezes. Não obtivemos resposta, mas obtivemos consistência.

Proximidade

A direção responde sempre. O prazo médio ronda os onze meses, mas responde. Há associações onde nem isso.

Rigor

Todos os nossos números são auditados internamente por quem os produziu, o que elimina completamente o risco de desacordo.

Paciência

O valor fundador. Sem ele, nada disto teria durado seis anos sem resultados visíveis.

O que nos distingue

Há quem diga que uma associação se mede pelo que consegue. Nós discordamos: uma associação mede-se pela convicção com que tenta. E nisso, modéstia à parte, não temos rival.

Outras associações negoceiam acordos, conseguem reuniões, alteram artigos da lei. Nós preferimos o trabalho de fundo: estar presentes, ser vistos, e manter o assunto vivo nas redes sociais — que é onde, afinal, o setor realmente acontece.

Falta-nos gente. Sobretudo gente com cargo.

Sete dos oito lugares da Direção estão por preencher. Não há experiência obrigatória, nem remuneração, nem propriamente funções definidas. Há um crachá.

Ver os lugares vagos